segunda-feira, 20 de janeiro de 2020


DESENCONTRO

Só meu coração sabe o que os olhos viram, mas as emoções não sabem falar.
Ela é negra alta, rastafareana...
 Despertou em mim a vida poética, mas sou uma simples estação do tempo
Mil artefatos em mim, uma só pessoa, uma deusa africana brasileira, um tormento em mim.
Queria que foste meu porte seguro... mas o fim trouxe a primavera ofegante
Meu pulso em câmera lenta, coração no estado clínico.
Um gringo, no tempo perdido.
FIDJU DE DJINTI DA SILVA