DESENCONTRO
Só meu coração sabe o que
os olhos viram, mas as emoções não sabem falar.
Ela é negra alta,
rastafareana...
Despertou em mim a vida poética, mas sou uma
simples estação do tempo
Mil artefatos em mim, uma
só pessoa, uma deusa africana brasileira, um tormento em mim.
Queria que foste meu porte
seguro... mas o fim trouxe a primavera ofegante
Meu pulso em câmera
lenta, coração no estado clínico.
Um gringo, no tempo
perdido.
FIDJU DE DJINTI DA SILVA