Se
eu pudesse desenhar a natureza poética da minha vida, faria uma do
tipo Fernando Pessoas. Mas só posso sentir o que não sei explicar,
acredito que Shakespeare teria uma versão do estranho apego ao meu
inconsciente sentimento. De entre a minha morte a a minha vida, tem
um algo chamado afeto romântico que carrego por uma leviana, que nem
sei se existe ou se é só criação do meu pobre coração, que as
vezes me faz voar por dentro da minha misera vida sentimental. Por
dentro de mim, bate muito um amor que não sei se é espartana ou da
Madinense, mas tá ficando cada vez mais grande para a minha solida
passagem pelo mundo de São Valentim, tenho a a certeza de que, do
jeito que tá mi consumindo, um dia vou cair entre a terra e o jardim
platônico.
domingo, 14 de agosto de 2016
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Hoje, sei que sou você, não você em carne nem no espirito, mas
você dentro de mim.
Hoje me sinto uma criança do qual chora por um copo de leite.
Hoje reparei que o sol brilha mais em mim do que antes, brilha em mim
porque você tá em mim.
Hoje vi dois borboletas voando e lembrei-me de te, de te por um
simples motivo, dos nossos sonhos que se transforma em lagrimas.
Hoje me sinto mais coração do que Idi, porque o Idi é todo o
meu ser, e o coração é a parte pequena mas que me move, me
aprisione, me machuca. Hoje percebe a morte do Romeu e a Julieta.
Hoje percebi a diferença de dar amor e receber amor.
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