domingo, 14 de agosto de 2016

Borboleta


Se eu pudesse desenhar a natureza poética da minha vida, faria uma do tipo Fernando Pessoas. Mas só posso sentir o que não sei explicar, acredito que Shakespeare teria uma versão do estranho apego ao meu inconsciente sentimento. De entre a minha morte a a minha vida, tem um algo chamado afeto romântico que carrego por uma leviana, que nem sei se existe ou se é só criação do meu pobre coração, que as vezes me faz voar por dentro da minha misera vida sentimental. Por dentro de mim, bate muito um amor que não sei se é espartana ou da Madinense, mas tá ficando cada vez mais grande para a minha solida passagem pelo mundo de São Valentim, tenho a a certeza de que, do jeito que tá mi consumindo, um dia vou cair entre a terra e o jardim platônico.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016


Hoje, sei que sou você, não você em carne nem no espirito, mas você dentro de mim.
Hoje me sinto uma criança do qual chora por um copo de leite.
Hoje reparei que o sol brilha mais em mim do que antes, brilha em mim porque você tá em mim.
Hoje vi dois borboletas voando e lembrei-me de te, de te por um simples motivo, dos nossos sonhos que se transforma em lagrimas.
Hoje me sinto mais coração do que Idi, porque o Idi é todo o meu ser, e o coração é a parte pequena mas que me move, me aprisione, me machuca. Hoje percebe a morte do Romeu e a Julieta.
Hoje percebi a diferença de dar amor e receber amor.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Minha primeira vez como blogueira, nao sera fascinante como deve ou é habito das pessoas. meu coração esta de luto por te Lília Mango, que a terra seja leve e que o senhor nos proteja.